18 março 2015

Resgate de vítimas em avalanches




Resgate de vítimas em avalanches

métodos de busca com os ARVA






Método direcional misto

Com muita prática e tendo presente como funcionam estes aparelhos, pode-se optimizar o método direcional para reduzir o tempo de busca. Baseamo-nos neste caso, não apenas no conhecimento da forma como se propagam as ondas emitidas pelos aparelhos, mas também nas alterações de volume que se originam com as mudanças de direcção e distância.





. Inicialmente, quando se recebe o primeiro sinal, orienta-se o ARVA da mesma forma que em todos os métodos, para procurar a posição em que o sinal seja mais intenso.

. De seguida faz-se a deslocação com o ARVA perpendicularmente para os dois lados desta posição inicial de máxima recepção, observando as alterações de volume. Estas alterações podem ser de três tipos em função da posição das antenas do emissor e do receptor, e a trajectória de busca varia em cada um desses tipos de recepção:






1. Quando nos deslocamos, o sinal diminui para ambos os lados; é o caso excepcional em que as antenas se enfrentam, portanto a vítima encontra-se em linha recta. Avança-se para confirmar, pois a vítima poderá estar na direcção oposta.

2. O sinal aumenta quando nos deslocamos para um lado, mas diminui quando nos deslocamos para o lado contrário; as antenas encontram-se paralelas, a direcção a seguir será então aquela em que o sinal aumenta, este é o caso em que ganhamos tempo, pois evita dar a volta a que nos obriga o método direcional.

3. Em nenhum dos dois lados se verifica uma variação significativa de volume; as antenas encontram-se noutra posição, e neste caso segue-se o método direcional.






No próximo artigo voltaremos a esta temática. Até lá...






Boas caminhadas

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