11 março 2015

Resgate de vítimas em avalanches



 métodos de busca com os ARVA






Método direccional

Este método de localização pode reduzir o tempo de busca se houver bastante prática, pois evita as contagens enganosas. Trata-se de fazer uma aproximação da vítima sepultada, seguindo a sintonização das ondas de emissão do aparelho que se propagam em dois feixes circulares concêntricos e opostos.





. Após a primeira recepção, roda-se o aparelho até determinar a posição angular em que o som é mais intenso, isto determina que o aparelho receptor está sobre a tangente das linhas de ondas do aparelho emissor.

. Seguindo a direcção da seta do ARVA durante uns cinco metros, ou a oposta, uma vez que, em princípio, qualquer das direcções pode ser a boa.





. Ao confirmar que o sinal aumenta, rectifica-se a boa direcção, se não for assim, muda-se para a direcção oposta.

. Reorienta-se o ARVA a cada 5 metros, inicialmente, procurando sempre a direcção em que o volume é máximo. Perante dúvidas, deve-se eleger a direcção que menos se afaste da direcção elegida. Vai-se baixando o volume quando o sinal se intensifica, da mesma forma que em qualquer método.





. Repete-se o procedimento de procurar o ponto angular do som mais intenso, com maior frequência quanto mais se faz a aproximação (a cada 3 mts). Como são seguidas as linhas das ondas, está-se a fazer a aproximação à vítima sepultada, descrevendo uma curva, ainda que em casos excepcionais, quando se enfrentam as duas antenas, a aproximação é feita em linha recta.

. Continua-se até se colocar o volume no mínimo alcance e rastreia-se a superfície como no caso anterior do "método em cruz".





No próximo artigo daremos continuidade a este assunto. até lá...





Boas caminhadas

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