10 janeiro 2018

Montanhismo



 Fauna e Flora



Fogos





Nas nossas casas parece que já não utilizamos o fogo e que em muitos casos substituímo-lo por electricidade. Mesmo assim, a designação de nossas casas depende do local onde se coloca o fogo. Nos nossos aquecedores continuam a arder as chamas e na maioria das cozinhas também.





à cerca de meio milhão de anos atrás, o nosso antepassado, o homo herectus já utilizava o fogo, o que o define com toda a segurança como um homem inteligente.





 Desde o período paleolítico inferior, até aos nossos dias, o fogo nunca deixou de nos acompanhar. Foi fundamental no momento de cozinhar alimentos e de nos proporcionar calor.





Por isso, trás 500.000 anos connosco, converteu-se num factor determinante do bem estar e do conforto.
Quando chegamos a casa e ligamos a TV unicamente para nos fazer companhia, estamos a responder a uma necessidade milenar do conforto e da segurança que oferece uma fogueira.





Se tivermos a sorte de conhecer outras culturas, nas quais a televisão não é algo cotidiano, poderemos ver como as famílias se sentam em circulo à sua volta e o aparelho encontra-se no centro da sala e não contra uma parede como é nosso costume.





Com tudo isto só quero demonstrar que o fogo além de ser importante para o nosso corpo, também o é para a nossa mente proporcionando-nos a sensação de estar em casa apesar da distância que poderemos estar dela.





Este é o motivo pelo qual, mesmo em pleno verão, quando nos encontramos no campo, sentimos a necessidade, o impulso, de fazer uma fogueira, porque diante dela relaxamos e deixamo-nos hipnotizar pelo baile magnético das chamas.





No entanto devemos ter consciência que o fogo é um luxo e muitas vezes um capricho a que não nos devemos permitir. Numa infinidade de lugares é proibido acender fogueiras e em determinadas épocas o risco de incêndios florestais aconselha a que não se faça fogo.






No próximo artigo voltaremos a este tema. Até lá...





Boas caminhadas