15 dezembro 2017

Montanhismo




Fauna e Flora






Em Portugal temos poucas espécies venenosas e das existentes não podem ser causadoras de morte. Temos uma aranha venenosa na Península Ibérica, conhecida popularmente como tarântula Ibérica, que precisaria de um milagre para conseguir picar um ser humano e que no caso de o fazer, não originava mais do que uma pequena dor e um desagradável inchaço de curta duração.





Os temidos escorpiões, algo mais agressivos, podem picar-nos  se não tivermos cuidado quando levantarmos uma pedra ou se tivermos a ideia de brincar com ele na mão.





Diga-se de passagem que não é verdade que se picam a eles próprios se forem cercados por um circulo de fogo, simplesmente se contorcem porque se estão a queimar. Para continuar a desmistificar alguns estranhos costumes da fauna local pode-se dizer que os morcegos e os sapos não fumam, limitam-se a respirar pela boca quando têm um cigarro.





 Estas práticas bárbaras, próprias de ignorantes, podem terminar com uma picada de escorpião ou uma mordedura de morcego, possível transmissor da raiva.





O primeiro não nos causará demasiados problemas, salvo se forem crianças, pessoas alérgicas ao veneno, ou tenhamos tanto azar que em vez de nos picar numa extremidade, picar no tronco ou na cabeça, situação bastante complicada apenas reservada a contorcionistas experientes.





Um cuidado médico atempado será mais do que suficiente para nos salvar a pele.





No próximo artigo voltaremos a este tema. Até lá...





Boas caminhadas